Introdução.
Mas afinal de contas, o que é o Android? A esta palavra geralmente associamos um robozinho que anda e fala correto? Bem, não é bem isto!
Android é um sistema operacional para aparelhos móveis desenvolvida sobre uma plataforma aberta, ou seja, trata-se de um projeto open-source baseado em kernel Linux 2.6 que por si só não faz nada alem de gerenciar aplicativos de câmera, calculadores, players, calendários, mensagens. Um aparelho de telefone com um sistema Android instalado, mas só isto e nada mais mal se parece com um smartphone, por isto o fato principal a destacar são as possibilidades que um sistema operacional aberto pode nos oferecer, levando em conta que agora posso comprar ou ate mesmo desenvolver pequenas aplicações que mais se adéquam ao meu dia, aquelas situações com soluções que cabem somente a mim.
Certidão de Nascimento do Google Android.
Um belo dia o programador Andy Rubin “decide” desenvolver um programa aberto para rodar em qualquer aparelho de telefonia móvel. Isto aconteceu em 2005 e em abril deste mesmo ano, Rubin procurou alguma maneira de oferecer o programa a um dos fundadores da Google, Larry Page, que adorou a idéia e em julho ofereceu US$ 50 milhões ao programador que ainda permaneceu como responsável pelo android. Ate hoje o Android continua sendo aperfeiçoado e o objetivo da Google é dominar o mercado oferecendo o sistema gratuitamente e alguns aplicativos pensando apenas em faturar como publicidade, (o que tem dado muito certo na internet nos dias de hoje).
Em novembro de 2007 a Google anuncia a criação da OHA, Open Handset Alliance, parceria entre fabricantes e operadoras em torno do android.
Arquitetura do Android
O nível mais baixo do Android é o Kernel. No kernel estão os drivers e controles básicos de hardware. A camada de kernel é responsável também pelo gerenciamento da memória. Na segunda camada ficam as bibliotecas e o runtime do Android, a Dalvik Virtual Machine, que executa o código das aplicações. A terceira camada são os gerenciadores de janelas, sistema de notificação e etc.). E na última camada é onde rodam as aplicações.
Cada aplicação no Android roda em um processo separado, com sua própria VM, PID (número de processo) e usuário. Isso faz com que no caso uma aplicação dê problema, ela possa ser removida da memória sem parar o resto do sistema.
A Dalvik VM é a virtual machine que executa código Java. A Dalvik usa bytecode diferente da JVM tradicional e as aplicações usam um formato diferente do tradicional JAR (.jar), chamado .dex.
No próximo artigo irei dar algumas orientções para quem deseja iniciar o desenolvimento para Android. Fiquem ligados.
até breve.









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